Jean-Michel Basquiat
I don’t think about art when i’m working.
I try to think about life.
(Jean-Michel Basquiat)
27 anos pela eternidade
(Brooklyn Beats)
*PORTO RICO*
“... descalço
os calços da cultura oficial
caminho nas calçadas
descalço
nesse cansaço do pudor de vitrines
y riquezas fúteis (inúteis paisagens)
quico & rabisco SAMO
dentro do Brooklyn
novaiorquino...”
Haiti Haiti Haiti
Príncipe no porto
Revolto
Por anjos negros
Heróicos
Y mortos
Nesta heroínica over
Dose dos loucos fantásticos
Desgraçado desbraçado
Num nado de um mar de sprays
Aquarélicos postes
Urinus da vontade de mijar
Livre
Do coro dos contentes
Assassinado por essa gente
Ridícula
Nos braços amantes & solitários
(solícitos de Andy Warhol)
( http://www.warholfoundation.org/ )
Sem esperar pelos 15 minutos
Da inútil fama
“... Essa sociedade que invade minha boca
Encarcera & engrada m-eus dentes
Censura minha língua
Pra me deixar mudo
Silencio morto na sarjeta
Como um ser da grafite
Sensitivo dos ilústricos painéis
Que pintei telúricos
¿Qué puede llegar a entender de lo que él fue?
Enquadrado numa fotografia
De um matutino sensacionalista
Que me vende
Sem vida
Por me rejeitar - VIVO.
SAMO está morto- nos muros...”
I try to think about life.
(Jean-Michel Basquiat)
27 anos pela eternidade
(Brooklyn Beats)
*PORTO RICO*
“... descalço
os calços da cultura oficial
caminho nas calçadas
descalço
nesse cansaço do pudor de vitrines
y riquezas fúteis (inúteis paisagens)
quico & rabisco SAMO
dentro do Brooklyn
novaiorquino...”
Haiti Haiti Haiti
Príncipe no porto
Revolto
Por anjos negros
Heróicos
Y mortos
Nesta heroínica over
Dose dos loucos fantásticos
Desgraçado desbraçado
Num nado de um mar de sprays
Aquarélicos postes
Urinus da vontade de mijar
Livre
Do coro dos contentes
Assassinado por essa gente
Ridícula
Nos braços amantes & solitários
(solícitos de Andy Warhol)
( http://www.warholfoundation.org/ )
Sem esperar pelos 15 minutos
Da inútil fama
“... Essa sociedade que invade minha boca
Encarcera & engrada m-eus dentes
Censura minha língua
Pra me deixar mudo
Silencio morto na sarjeta
Como um ser da grafite
Sensitivo dos ilústricos painéis
Que pintei telúricos
¿Qué puede llegar a entender de lo que él fue?
Enquadrado numa fotografia
De um matutino sensacionalista
Que me vende
Sem vida
Por me rejeitar - VIVO.
SAMO está morto- nos muros...”









